A morte de Lázaro, e sua repercussão política e social

Após quase um mês de buscas e cerca de 200 policiais, o assassino Lázaro Bárbosa, assassino, foi encontrado e morto pela polícia do DF. Após isso diversas celebridades e políticos colocaram seus testemunhos em Twitter, comemorando pelo feito.

O presidente da República publicou em sua rede social “Lázaro: CPF cancelado” e de novo “O Brasil agradece! Menos um para amedrontar as famílias do bem”, comentou o presidente sem partido.

Outros políticos postaram em suas redes comentários com o mesmo raciocínio, e até entre alguns artistas, esse continua sendo o assunto mais comentado nos últimos dias. E não é pela morte de Lazaro, mas pelo fim da moral humana, quando a esquerda começou seus protestos pela morte de um assassino.

A repercussão da morte e a trajetória de terror que Lazaro deixo

Após ser baleado em uma troca de tiros com a polícia, Lazaro Barbosa foi encaminhado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e veio a falecer. No Twitter, começaram os protestos contra a polícia a favor da vida de Lázaro.

O assassino apesar de ter ficado conhecido e temido em junho, fez um reinado de perseguição, estrupo e assassinatos.

Foi preso pela primeira vez na Bahia há 14 anos atrás, acusado de matar duas pessoas, e conseguiu fugir. Dois anos depois, foi preso novamente por roubo e estupro, e lá recebeu seu primeiro diploma de instabilidade mental, que o abordava como desequilibrado mentalmente; mas mesmo assim, por seu bom comportamento, pode cumprir regime aberto em 2014, onde fugiu e foi recapturado em outras duas oportunidades.

Foi apontado como autor de mais um crime em 2020 após invadir uma chácara e golpear o dono do lugar com um machado. Um ano depois, invadiu casa, estuprou mulher e fez reféns. Um mês depois, invadiu casa, estuprou mulheres, fez reféns. E novamente com apenas um mês de intervalo, invadiu casa, estuprou, fez refém, e cometeu um triplo homicídio.

Sem citar as diversas outras vítimas que o bandido fez enquanto fugia. Ele agrediu, torturou, e matou pessoas, mas a esquerda quer defender o culpado e condenar os inocentes.

Os crimes de Lazaro começaram cedo e terminaram tarde demais para os inocentes.

Falência do sistema de justiça e moral humana

Lazaro fez vítimas durante 14 anos. Por todos esses anos, ele conseguiu fugir, ou pior, mesmo tendo laudo que alegava seu desequilíbrio mental, foi solto novamente na sociedade para fazer mais vítimas. Nossa Constituição proíbe a pena perpétua, e a velha história se repete vida após vida: os assassinos ficam livres, e os inocentes, ficam presos.

Vivemos em um país com a moral e os valores completamente distorcidos, onde a vida de um homem que matou e feriu dezenas de pessoas, importa tanto quanto as vidas que ele tirou.

Empatia? Reciprocidade? São apenas palavras para se exibir nos perfis das redes sociais da esquerda, enquanto levantam bandeiras que pintam um retrato de um país que já perdeu seus valores, um país de pessoas e corações corruptos, um país falido de moral humana.

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