Aprovada lei nos EUA que proíbe atletas trans de competir em esportes femininos

A Câmara dos Deputados do Arizona, nos Estados Unidos, aprovou um projeto de lei que, caso promulgado, impedirá atletas transexuais de competir em esportes femininos.

Os autores do projeto afirmam que a lei, caso sancionada, exigirá que qualquer esporte existente ou praticado nas e entre as escolas seja supervisionado para designar as equipes conforme o sexo biológico dos alunos.

O projeto ficou conhecido como “Salvar o Ato Esportivo Feminino”. A votação foi acirrada, e o projeto passou com 31 votos favoráveis e 29 contrários.

Nancy Barto, a deputada republicana que apresentou o projeto, disse que a ideia é defender a justiça, considerando as diferenças biológicas documentadas entre os sexos.

“É por isso que separamos os esportes masculino e feminino. É por isso que as mulheres têm sido tão bem-sucedidas em alcançar a grandeza no campo e todos os benefícios que a acompanha”, afirmou Barto.

Vale lembrar que este tema já foi debatido no Brasil bem recentemente com a entrada na liga feminina de vôlei brasileira da aleta trans Tiffany. De forma geral, acredito que teria que analisar caso a caso, na situação da Tiffany, deveria ter uma liga especifica, porque segundo informações, a mudança dela já veio quando adulto, ou seja os hormônios masculinos deixou ela com um físico mais forte do que as demais jogadoras, o que prejudica no nível de competição de igual para igual, desta forma mulheres jogar contra ela estão em desvantagens.

Muitas atletas nos bastidores comentam a situação, mas, tem medo de se expor já que a grande mídia aceita apenas opiniões favoráveis a sua vontade.

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