Nova praga do novo mundo, cigarro eletrônico

Quando criado inicialmente ele foi proposto para quem queria largar do vício do fumo. A intenção era que os fumantes fossem perdendo o vício gradualmente pois a quantidade de nicotina pode ser controlada dependendo do cartucho utilizado.

No Brasil o cigarro eletrônico nunca foi aprovado pela ANVISA. Especialista e cientista não entram em concordância sobre o uso do mesmo. Em estudos recentes cientistas descobriram que o vapor dos cigarros eletrônicos incentiva a produção de substâncias químicas inflamatórias e inativa as principais células de proteção do pulmão.

Essas células de proteção são responsáveis pela tarefa de remoção de partículas poeira, alérgenos e bactérias. Elas ficam localizadas em uma parte importante do pulmão, os  alvéolos, e são chamadas de macrófagos alveolares.

Tomem cuidado e lembrem-se que eles podem fazer mal igual ao fumo.

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